Na coluna “Com a Palavra” publicada pela Saúde Abril, o cirurgião oncológico Dr. Juliano Rodrigues da Cunha, diretor nacional de Comunicação da Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO),discute como o consumo de álcool se consolidou culturalmente como um símbolo de pertencimento social, presente em celebrações e interações cotidianas ― apesar dos riscos comprovados à saúde. O texto explica que, embora seja culturalmente normalizado, o álcool é uma substância tóxica e carcinogênica, com mecanismos biológicos que podem levar a danos no DNA celular e favorecer o desenvolvimento de câncer e outras doenças crônicas.
O artigo destaca que não existe dose segura de álcool do ponto de vista oncológico, contrariando a ideia de que “beber com moderação” seja inofensivo. Mesmo o consumo considerado leve ou moderado já está associado a riscos mensuráveis, especialmente quando combinado com outros fatores como tabagismo e consumo de alimentos ultraprocessados — que, por sua vez, também elevam o risco de tumores, incluindo câncer colorretal. A análise enfatiza que reduzir o consumo de álcool faz parte de estratégias eficazes de prevenção, alinhadas às evidências científicas que identificam a droga como fator de risco para múltiplos tipos de câncer e outras doenças crônicas, e que políticas públicas baseadas em informação são essenciais para orientar escolhas mais saudáveis e proteger a saúde coletiva.
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