Risco de câncer de pele aumenta no verão; veja como se proteger
Com a chegada do verão e o aumento da exposição ao sol, cresce também o risco de câncer de pele — o tipo de tumor mais frequente no Brasil, especialmente nos meses de dezembro a março, quando a radiação ultravioleta (UV) é mais intensa. A exposição prolongada e repetida ao sol, sem proteção adequada, é o principal fator associado ao desenvolvimento da doença, tanto em sua forma mais comum (não melanoma) quanto no melanoma, tipo mais agressivo e responsável pela maior parte das mortes relacionadas ao câncer de pele.
A reportagem destaca que o acúmulo de exposição solar ao longo da vida, queimaduras solares repetidas ― principalmente na infância ― e fatores como pele clara e histórico familiar aumentam o risco de tumor cutâneo. Entre os sinais de alerta estão feridas que não cicatrizam, pintas que mudam de cor ou tamanho e lesões que sangram facilmente. A prevenção é considerada a principal estratégia de combate à doença: recomenda-se evitar o sol entre 10h e 16h, usar protetor solar com FPS adequado, roupas e acessórios de proteção, e manter acompanhamento dermatológico regular ao longo do ano para detectar alterações precocemente.


